Quarta-feira, Setembro 24, 2003
ESHTE é noticia!!!
Alunos de Hotelaria do Estoril à Espera de Bolsas do Ano Passado
Por I.L.
Terça-feira, 23 de Setembro de 2003
À beira de mais um regresso às aulas, cerca de meia centena de alunos da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) continuam à espera do pagamento integral das bolsas que deviam ter recebido durante o ano lectivo de 2002/2003.
No final do mês passado, o Ministério da Economia (ME) informava que o atraso se devia a "dificuldades orçamentais genéricas" e que a metade em falta deveria chegar a partir de 15 de Setembro. A primeira verba só tinha sido liquidada a 4 de Julho, já com as aulas terminadas. Agora, o Ministério da Ciência e do Ensino Superior, que, conjuntamente com o ME tutela a escola de hotelaria, apenas diz que "irá ser encontrada uma solução em breve".
Segundo a directora da ESHTE, é exactamente o facto da escola ter dupla tutela que estará na origem dos problemas. O estabelecimento de ensino ainda tentou minimizar as dificuldades sentidas pelos alunos, adiantando do seu próprio orçamento, em Junho, metade do valor das bolsas. "Foi um ano de sufoco para algumas pessoas. Tivemos casos muito dramáticos de alunos deslocados, que começaram a ser pressionados pelos senhorios por causa do atraso no pagamento das rendas e que, mais do que com a escola, estavam preocupados em saber se tinham lugar onde viver ou tinham o que comer", lembra Eunice Gonçalves.
Entretanto, as dificuldades estenderam-se aos serviços da escola já que os alunos bolseiros apenas têm de pagar as propinas a partir do momento em que recebem a bolsas. "A maior parte ainda não pagou", garante a directora da escola.
Por I.L.
Terça-feira, 23 de Setembro de 2003
À beira de mais um regresso às aulas, cerca de meia centena de alunos da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) continuam à espera do pagamento integral das bolsas que deviam ter recebido durante o ano lectivo de 2002/2003.
No final do mês passado, o Ministério da Economia (ME) informava que o atraso se devia a "dificuldades orçamentais genéricas" e que a metade em falta deveria chegar a partir de 15 de Setembro. A primeira verba só tinha sido liquidada a 4 de Julho, já com as aulas terminadas. Agora, o Ministério da Ciência e do Ensino Superior, que, conjuntamente com o ME tutela a escola de hotelaria, apenas diz que "irá ser encontrada uma solução em breve".
Segundo a directora da ESHTE, é exactamente o facto da escola ter dupla tutela que estará na origem dos problemas. O estabelecimento de ensino ainda tentou minimizar as dificuldades sentidas pelos alunos, adiantando do seu próprio orçamento, em Junho, metade do valor das bolsas. "Foi um ano de sufoco para algumas pessoas. Tivemos casos muito dramáticos de alunos deslocados, que começaram a ser pressionados pelos senhorios por causa do atraso no pagamento das rendas e que, mais do que com a escola, estavam preocupados em saber se tinham lugar onde viver ou tinham o que comer", lembra Eunice Gonçalves.
Entretanto, as dificuldades estenderam-se aos serviços da escola já que os alunos bolseiros apenas têm de pagar as propinas a partir do momento em que recebem a bolsas. "A maior parte ainda não pagou", garante a directora da escola.
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